ministeriohorafinal

KozoquiUlL (Ezequ-ul) 47

In Uncategorized on abril 1, 2011 at 4:15 pm


O Rio que corre do Templo


1Tornou a trazer-me de volta para a entrada do Templo. Vi então uma nascente de água que corria para o oriente, vinda de sob o Templo e que passava à direita do altar, ou seja, pelo seu lado sul. 2Fez-me sair para o exterior da muralha, pela porta do norte, e dar a volta até à entrada do oriente, onde vi a torrente passando para o lado sul (da passagem oriental). 3À medida que avançava, ele ia medindo e levou-me 500 metros para oriente, ao longo da torrente, mandando-me que a atravessasse. Nessa altura a água dava-me pelos artelhos. 4-5Mediu mais 500 metros e mandou-me novamente que atravessasse. Desta vez a água já me dava pelos joelhos; 500 metros depois, dava-me pela cintura. E 500 metros a seguir, já a água era tão profunda que eu não podia atravessar a menos que o fizesse a nado. 6-7Disse-me que me lembrasse bem do que tinha visto, e deu-me ordem para regressar até à margem donde partira. Mas, com grande surpresa minha, reparei que havia muitas árvores que tinham crescido, em ambas as margens deste rio. 8Falou-me assim: Este rio corre para oriente, através do deserto e do vale do Yardayán, para o Mar Morto, onde alterará as suas águas, tornando-as frescas e puras. 9-12Tudo que estas águas tocarem viverá. O peixe tornar-se-á abundante nas águas do Mar Morto, porque as águas desse rio curarão as águas salgadas do Mar Morto e as tornarão frescas e puras. Por tudo o que este rio passar, haverá vida. Ainda haverá pescadores, nas margens do Mar Morto, pescando, desde En-Gedi até En-Eglaim. As praias estarão cheias de redes secando ao sol. O Mar Morto estará cheio de peixes de toda a qualidade, tal como acontece no Mediterrâneo! No entanto os seus charcos e os seus lamaceiros, esses não se tornarão doces; manter-se-ão salgados para serem fontes de sal. Além disso, toda a espécie de árvores de fruto crescerão nas margens deste rio – árvores cujas folhas serão sempre verdes, e nunca cairão; haverá sempre fruto nelas. Todos os meses se fará uma nova apanha de fruta, e isto com toda a regularidade! Pois que essas árvores são banhadas por um rio que corre desde o Templo. A fruta servirá de alimento e as folhas usar-se-ão para fins terapêuticos.


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